Produtos minimamente processados: técnicas para agregar valor

Produtos minimamente processados: técnicas para agregar valor

Você já deve ter visto nas prateleiras dos supermercados alguns produtos minimamente processados, certo? Oferecer frutas, legumes e hortaliças já higienizados, cortados e embalados, os chamados “fresh cut”, é uma opção altamente lucrativa para os varejistas. Por isso, os profissionais de trade marketing devem estar atentos a essa tendência.

Vamos explicar: quando falamos de produtos minimamente processados estamos nos referindo a uma intervenção muito pequena com relação ao alimento in natura. Assim, em vez de frutas, legumes e verduras serem colocados para a venda a granel, eles são descascados, lavados, cortados, ralados ou fatiados, devidamente sanitizados e comercializados em embalagens prontas para o consumo.

Ou seja, em vez de comprar um abacaxi inteiro e ter de descascá-lo para consumir, o consumidor pode comprar apenas um pedaço da fruta já cortada em pedacinhos, muitas vezes com direito à embalagem prática e até um garfinho junto.

Além da praticidade de consumo, especialmente nas grandes metrópoles, onde este tipo de conveniência é bastante procurada, os produtos minimamente processados são vendidos, em média, 185% mais caros que o preço cobrado por eles a granel, segundo dados da Embrapa.

Essa nova forma de comercialização atende a um perfil de consumidor que tem cada vez menos tempo de preparar alimentos em casa. É um nicho em plena ascensão e que pode ser estrategicamente trabalhado pelas equipes de trade marketing, para aumentar as vendas e conquistar novos clientes.

Como potencializar a venda de produtos minimamente processados?

Sabendo da iminente procura por produtos minimamente processados nos supermercados, profissionais de trade marketing precisam criar estratégias para incrementar a performance desses itens no ponto de venda.

Tanto os fabricantes como os fornecedores que atuam no ramo de produtos minimamente processados ainda têm muito a explorar. E quem trabalha no segmento de trade marketing deve estar atento às novidades e usá-las para criar um bom planejamento de trade marketing que favoreça as vendas e o consumidor.

Veja alguns pontos importantes sobre o tema.

As pessoas têm pressa

Hoje, principalmente nas grandes cidades, as pessoas trabalham arduamente para manterem seus padrões de vida, passam boa parte do dia no trânsito e quase não têm tempo para preparar a própria comida. Logo, os produtos minimamente processados se tornaram os “melhores amigos” desse perfil de consumidor.

Você já oferece alimentos desse tipo no ponto de venda? Já pensou em tornar esses produtos mais acessíveis no setor de hortifrúti?

Analise o fluxo e loja e veja como otimizar o encontro do público com a mercadoria que você quer vender. Atualize seu material de merchandising, criando conceitos que conversem com esse perfil de consumidor.

Higiene é tudo

Mesmo sendo minimamente processados, os alimentos são manuseados de maneiras diferenciadas e precisam estar sempre muito fresquinhos, devidamente armazenados e com ótima aparência.

A garantia de que o seu produto está devidamente sanitizado e livre de bactérias vai depender da supervisão dos promotores de venda que visitam periodicamente os PDVs.

Esse trabalho precisa ser efetivo, tanto para zelar pela qualidade dos produtos minimamente processados quanto para evitar rupturas.

Uma dica para otimizar esse trabalho é usar aplicativos que fazem a gestão de ruptura, precificação e estoque das mercadorias. Leia mais sobre esse tipo de tecnologia aqui.

Empresas precisam ser amigas do planeta

Inúmeras pesquisas revelam que o consumidor quer acabar com o desperdício de alimentos, além de privilegiar embalagens que possam ser recicladas.

Por isso, se a sua empresa já tem a preocupação de comercializar produtos em embalagens biodegradáveis ou recicláveis, divulgue essa informação nos pontos de venda, no site e nas redes sociais!

Esse diferencial vai chamar a atenção dos consumidores ecologicamente corretos e pode impactar nos índices de venda.

Aliás, sua empresa já trabalha com produtos minimamente processados? Conte pra gente nos comentários. Se o conteúdo foi útil, aproveite para compartilhar nas redes sociais e mandar sugestões! Até breve!

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