O que é MFA – Merchandising Field Automation?

O que é MFA – Merchandising Field Automation?

Seja qual for a área, é muito comum que as inovações sejam massificadas primeiro “lá fora” e, só depois, cheguem ao Brasil. Com o merchandising não é diferente. E um desses conceitos que “nasceram” em terras estrangeiras é o termo MFA – Merchandising Field Automation, na tradução em inglês: Automação de Equipe de Merchandising.

Essa nova nomenclatura – às vezes também encontrada no formato Merchandising Force Automation (Automação da Força de Merchandising) – cai como uma luva para os negócios da Trade Force. “Se pudéssemos dar um sinônimo para a nossa atividade, seria esse: MFA – Merchandising Field Automation. Isso resume tudo o que fazemos”, diz Rodrigo Leão, CEO da Trade Force.

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Depois de iniciar as operações nos Estados Unidos e de participar da conferência internacional de tecnologia, em outubro do ano passado, em Worcester, a Trade Force passou a utilizar o termo Merchandising Field Automation em todas as suas unidades de negócio. “Nos sentimos na obrigação de disseminar o conceito entre nossos pares e clientes. Afinal, a automatização nas áreas de merchandising e trade marketing ganham cada vez mais um papel estratégico e até de sobrevivência de mercado”, explica Leão.

E ninguém duvida que o termo MFA estará cada vez mais presente no dia a dia da área de merchandising. Só para se ter ideia, no Brasil, mais de 100 clientes já utilizam o aplicativo da Trade Force para gestão de ponto de venda (PDV).

Outro dado muito interessante: estudos de uma empresa de merchandising americana mostram que promotores que ainda não automatizaram suas tarefas gastam, em média, 20% mais tempo no PDV, somente para preencher dados – sem contar as horas adicionais fora dali. Esta perda desnecessária de horas de trabalho e de recursos deve ser reduzida ou até mesmo completamente eliminada com a automatização dos processos de merchandising. Isso significa dizer que todo o acompanhamento de preços, monitoramento do concorrente, controle da ofertas, estoque etc. passam a ser feitos eletronicamente, por meio de smartphones ou tablets dotados com o aplicativo.

E não são somente os promotores que são beneficiados com a automatização, ao aposentar de vez as planilhas de papel e ganhar mais agilidade na coleta de indicadores no ponto de venda. Os gestores, em especial, têm em mãos dados muito mais confiáveis e de maneira muito mais rápida, auxiliando nas tomadas de decisão e mudanças de estratégia.

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